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Gestão de franquias e medições com MeoFAT

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De acordo com um estudo na Inglaterra, pequenas empresas perdem 3.7 billhões todo ano por esquecer de enviar a fatura.  Dois fatores vão tornar o envio de faturas ainda mais difícil, o pagamento por uso e as microtransações.  Neste cenário é imprescindível possuir uma ferramenta capaz de gerar faturas precisas e controlar franquias de uso de dados, voz, sms, SaaS, Cloud, horas, energia elétrica e tantas outras medidas. Se puder ser medido, pode ser faturado.

O MeoFAT (Módulo de Emissão de Ordens de Faturamento) nasceu da necessidade das operadoras de controlar as franquias de voz  por tipo de uso. Ao invéz de fazer um tarifador apenas para voz, fomos mais longe, criamos um sistema para faturar todo tipo de microtransação de uma prestadora de serviços e emitir um demonstrativo de consumo e gerar uma fatura para o ERP.

O sistema utiliza várias tecnologias estado da arte para fazer isso como os protocolos AMPQ (Filas de mensagens) e MQTT (Protocolo de telemetria).  Para cada tipo de medição existe um agente que coleta dados e pode publicá-los na nuvem no AWS IOT. Depois estes dados são lidos e faturados.

Abaixo você pode ver o sistema na tarifação de um cloud OpenStack

Tarifação de OpenStack

Tarifação de OpenStack

Com isto operadoras e provedoras de Internet podem criar novos modelos de negócio em pouco tempo,  ampliando as receitas.

Outros usos

Nós usamos o MeoFAT em duas atividades que não tem a ver com provedores de Internet. Usamos para fazer a tarifação SaaS do nosso software. Com isso podemos controlar o consumo de software por medidas como: usuários cadastrados na base, minutos tarifados e chamadas simultâneas.  Além disso temos o consultímetro, um módulo para Android que permite que nossos técnicos registrem as horas com maior precisão.

Conclusão

Em um contexto de pagamento por uso e microtransações será cada vez mais difícil gerar faturas corretas e precisas. O MeoFAT é uma resposta a falta de controle por parte dos ERPs no consumo de franquias e tarifação de medições. Se você precisa faturar suas medições, procure a SipPulse, nós temos a solução para você.


SIP, SIP-I ou SIP-T?

Um cabo Ehernet, esta é a simplicidade de um tronco SIP.

Um cabo Ehernet, esta é a simplicidade de um tronco SIP.

Recentemente várias pessoas tem me perguntado a diferença entre SIP, SIP-I e SIP-T e quais as implicações entre as diferentes versões.  Neste artigo vou explicar a diferença e suas implicações.

SIP – O SIP é definido pela RFC3261 e é o protocolo de telefonia IP mais popular do mundo. O crescimento dos troncos SIP nos últimos anos nos mostra claramente que o futuro da telefonia é software e não hardware.  Padrões ultrapassados como o T1/E1 limitados a 1.5 e 2Mbps, respectivamente, estão com seus dias contados.  Mesmo na telefonia celular o Voz sobre LTE é todo baseado em SIP. Os mais recentes aplicativos OTT (over the top) também são baseados em SIP e XMPP.

SIP-T – Definido na RFC 3372 em 2002. Ele foi criado para permitir o encapsulamento de informações da telefonia convencional, mais especificamente o ISUP (ISDN User Part) dentro do SIP. Ele faz uma tradução direta entre as mensagens SIP e as mensagens ISUP como mostrado abaixo.

        SIP phone         Proxy                    MGC          PSTN
     |-----INVITE----->|                       |             |
     |                 |--------INVITE-------->|             |
     |<---100 TRYING---|                       |-----IAM---->|
     |                 |<------100 TRYING------|             |
     |                 |                       |<----ACM-----|
     |                 |<---------18x----------|             |
     |<------18x-------|                       |             |
     |                 |                       |<----ANM-----|
     |                 |<--------200 OK--------|             |
     |<-----200 OK-----|                       |             |
     |-------ACK------>|                       |             |
     |                 |----------ACK--------->|             |
     |========================Conversation===================|
     |-------BYE------>|                       |             |
     |                 |----------BYE--------->|             |
     |                 |                       |-----REL---->|
     |                 |<--------200 OK--------|             |
     |<-----200 OK-----|                       |<----RLC-----|

O ISUP é encapsulado em um corpo multimime. Em outras palavras o SIP carrega o SDP Session Description Protocol e o ISUP no mesmo pacote.  Como consequência, o SIP-T é incompatível com muitos clientes e gateways que não suportam este tipo de codificação. Por isto muitas vezes é necessário uma conversão de SIP-T para SIP normalizando os cabeçalhos e esta é uma das funções do nosso Session Border Controller. Abaixo você pode ver o encasupamento de SDP e ISUP dentro do pacote SIP.

ISUP sobre SIP

Foi descrito também um mapeamento das mensagens de erro na RFC3398.  Este documento mostra claramente como se convertem os códigos de erro de uma rede ISDN para uma rede SIP.  Ainda no contexto do SIP-T a RFC3326 especifica o cabeçalho Reason, onde podem ser transportados os códigos originais do ISDN (Q.850).

      Reason: SIP ;cause=200 ;text="Call completed elsewhere"
      Reason: Q.850 ;cause=16 ;text="Terminated"

O SIP-I é uma variação do SIP-T, mas definida pela ITU na norma Q1912.5. Ele aproveita todas as definições usadas no SIP-T que é mais antigo (2002). O SIP-I é um protocolo mais completo que o SIP-T e além do que era previsto para o SIP-T ele também define recursos adicionais nos seus Anexos A (BICC/ISUP) e B (Interworking SIP ISUP) que são pouco usados.

Implicações práticas

SIP-I e SIP-T são incompatíveis com gateways e telefones comuns. Para terminar chamadas SIP-I ou SIP-T é preciso ter um equipamento que consiga decodificar as mensagens ISUP como,  por exemplo,  um Session Border Controller que neste caso atua como um gateway SIP-I ou SIP-T para SIP.

A diferença básica entre SIP-I e SIP-T é a tabela de tradução de mensagens. No SIP-I o cabeçalho Reason com o código Q.850 das mensagens de erro é obrigatório, no SIP-T não.

No SIP-I e SIP-T você preserva todas as informações da rede pública, incluindo os bits de chamada a cobrar e o “no-charge” por exemplo. é possível no SBC decodificar qualquer campo do ISUP e encapsulá-lo em outro cabeçalho SIP para leitura em equipamento comum.

Em outras palavras usando SIP-I ou SIP-T você pode usar circuitos de 1Gbps para terminar milhares de chamadas simultâneas sem necessitar de nenhum hardware proprietário, apenas servidores de “prateleira”.  Em um cliente,  nosso SBC está terminando 2000 chamadas simultâneas em SIP-I há mais de dois anos, sem dúvida uma grande economia em termos de gateways, espaço nos racks, energia elétrica e cabos.

Conclusão

Operadoras e Call Centers devem considerar imediatamente a adoção de troncos SIP-I como uma forma de reduzir custos e complexidade. Com a queda das tarifas de interconexão, o uso de circuitos SIP-I pode substituir não apenas circuitos E1/T1, mas também gateways GSM (chipeiras).  As principais operadoras do Brasil já disponibilizam estes circuitos no seu setor de atacado. Além disso não há nenhuma perda de sinalização, permitindo uma qualificação de chamadas precisa e robusta. Se precisar de equipamentos que falem nativamente SIP-I converse com a SipPulse, nós somos especialistas em SIP.


Das trincheiras, resolvendo problemas com chamadas desconectadas

Imagem dos artigos das trincheiras

Este é um artigo gerado das trincheiras do suporte técnico.

Um dos casos mais comuns e irritantes com VoIP são chamadas desconectadas. Você está no meio de uma conversação e a chamada é desligada abruptamente. Se você estiver fazendo uma venda, irrita, se estiver fazendo uma cobrança é desastroso, o cliente pode facilmente desligar.

Entenda porque as chamadas são desconectadas em VoIP e como solucionar o problema. Leia mais…


Limite de chamadas, max calls, por gateway com FreeSWITCH

FreeSwitch

Ao se trabalhar em ambientes com grandes volumes de chamadas, como call centers e operadoras VoIP por exemplo, a quantidade de chamadas simultâneas enviadas para determinados gateways acaba atingindo valores verdadeiramente altos durante a produção.

Esta situação pode vir a ser um problema quando se utilizam gateways que possuem recursos limitados, como baixo poder de processamento ou memória, fazendo com que estes equipamentos venham a travar ao receber este grande volume de requisições.

Para evitar este tipo de problema, é necessário acrescentar algum mecanismo de controle de entrega de chamadas para os gateways, fazendo com que o volume de chamadas não ultrapasse o limite do gateway. Leia mais…


Webinar – SCM Call Routing – 30 de Abril

webinar
Serviços de VoIP estão cada vez mais comuns em nosso dia a dia. Este mercado abre inúmeras oportunidades para provedores de serviços sobre a internet, que não só oferecem serviços de melhor qualidade como também a um custo mais competitivo.
Mas o uso da internet como meio de comunicação de voz, traz também os custos e riscos inerentes ao mundo da web. Uma vez que você conecta seu serviço a internet em um lado (para acesso a seus clientes) e a operadoras do outro, a falta de controle sobre sua segurança pode trazer prejuízos significativos. Uma vez que um hacker entrou em sua rede, seja por um terminal de um cliente seu sem segurança, ou seja mesmo vindo de um PABX IP não seguro, ele poderá ter acesso a diversos recursos de interconexão que sua rede ofereça. Há na internet diversos mecanismos maliciosos que buscam pro fraquezas em redes VoIP para explora-las e fraudá-las,
Neste próximo dia 30 de Abril, A SIPPulse irá conduzir um webinar sobre nossas soluções SCM e como podemos apoiar sua empresa a reduzir a exposição a fraudes.

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